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Gigi de Colette, traduzido por José Saramago, é o primeiro título de A Sangue Frio Editores

Quarta-feira, 09.01.13

A recém-criada A Sangue Frio Editores (Lisboa, 2012) escolheu Gigi de Sidonie-Gabrielle Colette como a primeira obra literária a editar pelo compromisso de "padrão de qualidade" e "marca de literatura de confiança" assumido na Nota dos Editores, acrescido do facto de ser uma tradução de José Saramago. "A escolha de Gigi foi feita sem hesitação - não apenas pelos fascinantes quadros descritivos de Colette, mas também e particularmente, porque estes nos são oferecidos pela tradução do escritor e Nobel da Literatura, José Saramago", refere a ainda Nota de Editores.

Gigi foi inicialmente publicado pela Estúdios Cor, na Colecção Latitude, em 1958 numa tradução de José Saramago que, à época, se dedicava intensamente à actividade de tradutor. Entre finais dos anos 50 e os anos 80, Saramago traduziu cerca de 60 títulos de, entre outros, Tolstoi, Jean Cassou, Gabriel Audisio, Guy de Maupassant e André Bonnard, além de Colette de quem Saramago também traduziu Chéri e A Gata. Alguns destes títulos encontram-se na exposição permanente A Semente e os Frutos na Fundação José Saramago, no 1º andar da Casa dos Bicos. No núcleo "Formação", o curador Fernando Goméz Aguilera incluiu algumas das traduções de Saramago como Chéri, Anna Karenina, Mademoiselle Fifi (recentemente publicado pela Relógio d'Água), por considerar este período muito relevante na produção literária de Saramago.

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publicado por Fundação Saramago às 12:33

"Mademoiselle Fifi e Contos de Galinhola" de Guy de Maupassant, traduzido por José Saramago, editado em 2012 pela Relógio D'Água

Sexta-feira, 17.08.12

Em 2012, a Relógio D'Água deu à estampa Mademoiselle Fifi e Contos da Galinhola, com tradução e prefácio de José Saramago, recuperando Novelas e Contos de Maupassant de Guy de Maupassant que Saramago havia traduzido para a Estúdios Cor, em 1965.

O prefácio corresponde ao texto original publicado à época e é um autêntico tratado sobre Maupassant e a estética naturalista, o realismo de Flaubert de quem Maupassant era díscipulo, "no verdadeiro sentido da palavra", e a literatura, da qual já então Saramago dizia que "não é uma carreira" e que "o escritor não pode esquecer-se de que é, primeiro, homem e só depois escritor, de que este não deve substituir aquele, e de que é fundamental dever do homem ser fiel a si próprio, à sua verdade profunda, qualquer que ela seja, e exprimir-se de acordo com ela, sinceramente e totalmente. A utilidade do escritor está aí, essa é a sua razão de existência".

Além da biografia do autor de Bola de Sebo e de uma contextutalização social e cultural , Saramago disserta sobre o realismo e o naturalismo enquanto conceitos e géneros artísticos, fundamentando a sua própria visão de Maupassant: "O seu naturalismo, já que forçoso é aceitar a etiqueta, não é mais que o gosto da vida popular, do pitoresco, da sátira viva e mordaz que não poupa certos 'valores' sociais que mais tarde, prudentemente, procurará pôr do seu lado", não cabendo, deste modo, "nos limites estreitos que, pelo menos teoricamente, os naturalistas se fixaram". Ao longo deste texto, Saramago assume sempre uma posição crítica não só à história literária, referindo a ausência de Maupassant na Estética Naturalista de Júlio Lourenço Pinto (1885), como à própria necessidade e pertinência em definir movimentos artísticos como os aqui em causa, como a um certo "carreirismo" de Maupassant para quem "a 'carreira' será quase tudo aos (seus) olhos".

"Para Maupassant o mundo é uma noite sem aurora. Não há paz, não há alegria, não há felicidade. Só há a vida errada, o homem errado, a estupidez arrepiante dos artigos e clásulas do contrato que constitui os homens em sociedade." (José Saramago, 1963)

Este prefácio de José Saramago foi inicialmente publicado em Bola de Sebo e A Casa Tellier de Maupassant, pela Estúdios Cor em 1963.

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publicado por Fundação Saramago às 11:37

"O Conto da Ilha Desconhecida" publicado numa antologia de contos na Alemanha

Quinta-feira, 12.08.10

A editora alemã Insel publicou em 2003 uma antologia de contos relacionados com a fantasia, reunindo mais de 80 escritores de todo o mundo, do Japão à Colômbia, da Rússia a Portugal, da Índia à Argentina. "Der Phantasie sind bekanntlich keine Grenzen gesetzt. Das gilt, wie anders, auch für die Phantasie der Märchen.", assim começa a apresentação de Hans-Joachim Simm, responsável pela coordenação desta antologia. José Saramago junta-se a autores como Antoine de Saint-Exupéry, Oscar Wilde, Hans Christian Andersen, Rainer Maria Rilke, Hermman Hesse, Franz Kafka, Vladimir Nabokov, Jorge Luis Borges, Mark Twain, apenas para mencionar alguns.

 

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publicado por Fundação Saramago às 11:15

"Centauro" de José Saramago publicado numa antologia de contos na Alemanha, Itália, França, Grécia e México

Sábado, 07.08.10

"Centauro" de José Saramago, originalmente publicado em Objecto Quase, fez parte de uma selecção de 21 contos de escritores internacionais, com a curadoria de Nadine Gordimer. A antologia conta com textos de: Chinua Achebe, Woody Allen, Margaret Atwood, Nadine Gordimer, Günter Grass, Hanif Kureishi, Gabriel García Marquez, Claudio Madris, Arthur Miller, Es'kia Mphalele, Njabulo Ondebele, Kenzaburo Oé, Amos Oz, Salman Rushie, Ingo Schulze, Susan Sontag, Paul Theroux, Michel Tournier, John Updike e Christa Wolf, além de José Saramago. Como refere Nadine Gordimer na introdução: "Las veintiún historias contenidas aquí están escritas con diferentes «voces», estilos intensamente individuales que reflejan las maravillosas posibilidades del uso de la palabra en la pluma de escritores vivos, entre los cuales se cuentan cinco ganadores del Premio Nobel de Literatura. Todos se unen para brindar el gozo de la lectura a cualquiera que tome entre sus manos esta excepcional y extraordinaria recopilación de talento creativo."

Inicialmente publicada na Alemanha, em 2004 com a chancela da BvT, esta antologia foi também publicada em Itália (Feltrinelli, 2005), França (Éditions Grasset & Fasquelle, 2005), Grécia (Kastaniotis, 2005) e México (Sexto Piso Editorial, 2006).

 

 

 

 

 

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publicado por Fundação Saramago às 12:41

"Im Namen Gottes ist das Schrecklichste erlaubt"/"The God Factor" de José Saramago publicado na Lettre International

Sábado, 24.04.10

A editora Lettre International publicou, em 2002, "Der Schock des 11.September und das Geheimnis des Anderen" / "The Shock of September 11 and the Mystery of the Other" que, entre muitos outros, conta com a colaboração de José Saramago com o texto "Im Namen Gottes ist das Schrecklichste erlaubt"/"The God Factor". Portugal contou com a colaboração de Julião Sarmento.

Diversos artistas, escritores, pensadores juntaram-se neste livro e na exposição que lhe está associada para assinalar a efémeride. "(...) a permanent witness with its broad and impressive spectrum of artistic expression in both word and image" de autores da contemporaneidade.

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publicado por Fundação Saramago às 11:13

"Embargo" de José Saramago publicado em alemão numa colectânea de contos portugueses

Sábado, 24.04.10

A editora alemã Beck & Glückler publicou em 1988, com a coordenação de Curt Meyer-Clason, uma colectânea de contos portugueses onde se inclui "Embargo" de José Saramago. Neste livro colaboram cerca de 40 autores portugueses tais como Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner Andresen, Agustina Bessa Luís, Herberto Helder, Maria Teresa Horta, José Cardoso Pires, Natália Correia e Fernando Pessoa.

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publicado por Fundação Saramago às 10:31





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